nova fase @floatvibes
mudanças editoriais por aqui.
queridos vibers, a gente andou meio sumido, reorganizando a casa, mas estamos de volta com uma nova fase do nosso Substack.
iniciamos esse mês uma nova editoria de VIBES semanais, publicadas todas as quartas-feiras. são ensaios e análises que cruzam crítica cultural, psicanálise, transformações comportamentais, sempre com muitas referências e dados atuais de pesquisas. é o tipo de conteúdo que não cabe em legenda de Instagram e que merece seu tempo e sua atenção para ser bem apreciado.
algumas dessas edições são abertas, mas a maior parte do conteúdo segue exclusiva para assinantes pagos, que apoiam e valorizam o nosso trabalho. a partir de agora, os valores de assinatura serão R$15 (mensal) ou R$150 (anual).
por que ser assinante pago?
— para ter acesso às análises completas e com maior profundidade;
— porque vamos extinguir o apoia.se da floatvibes. durante algum tempo, mantivemos esse canal em paralelo, como uma plataforma de apoio para nos ajudar com os custos editoriais e a produção do podcast VIBES EM ANÁLISE (que, como qualquer podcast, não é remunerado por plays nas plataformas de áudio como Spotify). então, se você nos apoiava pelo apoia.se, agora pode migrar pra cá. tudo se concentra aqui no Substack.
— pois, como assinante pago, você também garante acesso ao acervo completo de conteúdos já publicados, às referências completas dos episódios do podcast, além de descontos e acesso antecipado a iniciativas que lançaremos nos próximos meses.
retomando nossas premissas.
reunimos nesses conteúdos (e nos episódios do VIBES EM ANÁLISE) tudo aquilo que a gente estuda, pesquisa e aprende na nossa escuta clínica, sempre com a intenção de contribuir para o pensamento crítico a respeito do que vem circulando no inconsciente coletivo.
a gente topa o desafio de ser um instituto que produz pensamento, de maneira independente. afinal, se o papel de um analista é ajudar na difícil tarefa de traduzir estados de sentimentos em palavras; uma das funções da floatvibes é interpretar os estados de sentimentos coletivos e os curtos-circuitos dos afetos. é como diz o psicanalista francês Jean Laplanche sobre a pulsão de tradução — esse impulso tão exigente e contínuo de traduzir, elaborar e ressignificar mensagens enigmáticas vindas do outro.
mas… dizem que o brasileiro não paga por conteúdo.
bom, o resultado disso, a gente sabe, é a invasão da publicidade em tudo: enxurrada de clickbaits, cerceamento da liberdade editorial, proliferação de bets e toda uma lógica de um mercado que segue metendo o louco. por aqui, insistimos que o trabalho de qualidade merece rigor e independência.
para nós, apoiar o conhecimento é ajudar a custear nossas horas de estudo, curadoria, análise e garimpo de objetos culturais (os memes dão muito trabalho, você não tem ideia!). sim, cada um vive a sua realidade financeira, mas acreditamos que no fim do dia, R$15 mensais é menos do que um café superfaturado — e é o que torna possível que esse trabalho continue existindo com a qualidade e a frequência que acreditamos que ele merece.
… e se você não quiser assinar?
tá tudo bem também. você vai continuar recebendo alguns textos abertos e seguir nos acompanhando no caos do algoritmo.
somos genuinamente gratos por você estar aqui, do jeito que der.
e seguimos pensando juntos,
André, Fer, Lucas e Nina ❤️💚💙






Vocês são muito talentosos e dedicados e bons no que se propõem a fazer. Parabéns demais, e tamo junto.
já sei que vou transferir meu apoio pra cá com o maior gosto. vocês são incríveis, no sentido mais amplo e deliciosamente profundo da palavra. só continuem! <3